A lanchonete ficava em uma esquina movimentada perto do centro de Dublin.
Não era um lugar sofisticado. Tinha mesas de madeira, vitrines cheias de doces e um aroma constante de café recém-passado que parecia fazer parte das paredes. Henry gostava dali porque ninguém tinha pressa. As pessoas conversavam por horas, liam livros, trabalhavam em silêncio ou simplesmente observavam o movimento da rua através das grandes janelas.
Ele chegou quinze minutos mais cedo.
Terrence havia insistido.
— Quero q