Mundo de ficçãoIniciar sessãoCreio ter se passado duas semanas da entrevista. Marina e eu nos comportávamos como o casal apaixonado que éramos. Risos bobos, vinhos, macarrão na cozinha e muita discussão acerca do encerramento do “nosso” projeto. Então, algo que esperava por muito, muito tempo, surgiu pelas mãos de Verônica. Não posso descrever o que senti ao vê-la em minha porta, estendendo um papel contendo um número de celular.
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