Lorenzo Castellani
O relógio marcava quase nove da noite quando saí da sala de reuniões.
Rômulo falava ao telefone com um dos fornecedores, o jurídico ainda revisava algumas cláusulas, e Dionísio Clave havia acabado de sair com aquele sorriso calculado de quem sabe o valor que tem.
O contrato estava praticamente fechado.
Mas, mesmo com o sucesso da negociação, algo me incomodava.
Zara.
Ela não estava mais em lugar nenhum.
Nenhum vestígio, nenhum "boa noite", nenhuma mensagem.
E eu sabia que aqu