A noite seguia fria e silenciosa, mas no centro da cidade, em um escritório discreto e mal iluminado, Marcelo Leite ajustava o nó de sua gravata enquanto revisava as imagens das câmeras que instalara secretamente no restaurante. O sorriso em seus lábios era calculado, quase predatório. Clara acreditava estar no controle, mas Marcelo sempre preferiu operar nas sombras, onde ele tinha a vantagem.
Ele pausou a gravação na imagem de Clara inclinando-se para o jornalista, seu rosto confiante enquant