Darla leu tudo duas vezes, afastou a folha, permaneceu calada.
Radael ficou sem saber o que ela ia fazer. Falou empurrando o pão para perto dela.
— Se você não quiser nada disso, pode trabalhar aqui na casa.
— Sem ter nada comigo. Nunca mais.
Ela começou a comer, cabisbaixa, séria, ignorando a existência dele. Ele estava ansioso, querendo respostas.
Darla se levantou quando o celular começou a tocar no bolso dele, falou irritada.
— Devolve a porcaria do meu celular.
Radael devolveu. Darla atend