CENAS EXPLÍCITAS DE TORTURA.
Dominic Castellano.
O cheiro metálico de sangue impregnava o ar, uma sinfonia silenciosa que preenchia cada canto da câmara de tortura. Passei os dedos pelas luvas manchadas de vermelho enquanto admirava o corpo inerte da puta da Helena ao meu lado. Sua cabeça, esmagada contra o chão, era uma obra-prima brutal que esculpi com as próprias mãos. Um sorriso satisfeito surgiu nos meus lábios. Cada gota de sangue derramada era o pagamento pelo sofrimento do meu Sojung.