O caminho até em casa foi lento, torturante. Cada passo era uma batalha entre o que eu sentia e o que Fenrir continuava murmurando dentro de mim como se estivesse embriagado.
Assim que entrei, bati a porta com força. A madeira tremeu, e com ela, minha paciência.
— Você está maluco, Fenrir?!
Nada.
— Quer me responder agora ou vai continuar calado igual um covarde?
Silêncio por mais alguns segundos... e então, um suspiro quase sonhador.
"Ela era... perfeita."
— Ah, não. Não começa. — Fui até a pi