Quando a porta se fechou e o quarto enfim ficou apenas para as duas, Arielle caminhou até a cama sem pressa e deitou-se ao lado de Elyssia, acomodando-se de costas, as mãos cruzadas sobre o corpo. Ficou alguns segundos observando um ponto indefinido no teto, como se calculasse as próprias palavras.
— O príncipe ia te beijar? — sua voz saiu casual e direta demais, o que surpreendeu Elyssia.
— O-o que? Claro que não.
Arielle inclinou levemente a cabeça, os lábios curvando-se num sorriso que mistu