Estavam prestes a entrar no Mar dos Demônios, e Raul pensava que era hora de se livrar daquela pessoa.
Ele sabia que o outro certamente estaria escondido no depósito.
Raul já havia se informado de que lá só havia algumas ferramentas e que ninguém visitaria o lugar por meses.
Ao abrir a porta, um cheiro desagradável o atingiu.
No meio do mofo, detectou também um odor de sangue.
O anoitecer se aproximava, e o dia chuvoso deixava o vasto mar sob uma densa escuridão, fazendo com que o quarto no