O dono daquela máscara era Marcos, que observava com os olhos semicerrados o homem alto à sua frente.
Ele lembrava um pouco Teófilo, mas Teófilo era mais forte. Seu olhar pousou no rosto de Raul, uma face comum que ele nunca tinha visto antes.
Será que ele não era o homem enviado para matá-lo?
— Você me conhece?
Sim, aquela voz era familiar.
Raul deu alguns passos à frente, agarrou a gola do homem e falou com um olhar gelado:
— Fale, como você veio parar aqui?
A atitude de Raul deixava Marcos