Agatha empurrou a porta do quarto e viu Patrícia na cama, de olhos fechados e com as sobrancelhas profundamente franzidas.
Ela suspirou resignadamente:
- Coitada da criança.
Teófilo herdou a paranoia de ambos, dela e de Felipe, e Agatha se questionava se ser amada por ele era uma bênção ou uma maldição.
- Não! - Patrícia despertou de um pesadelo.
Ao abrir os olhos, em vez de Teófilo, ela viu Agatha e, suando profusamente, se sentiu deslocada:
- Mãe.
Agatha falou:
- Patrícia, sou eu, vim ver como