Diego se jogou nos braços de Patrícia, com lágrimas rolando copiosamente, temendo que tudo aquilo fosse apenas um sonho.
— É você mesmo? Mãe?
Patrícia, incapaz de conter suas próprias lágrimas, abraçava o filho repetidamente dizendo:
— Sou eu, me desculpe por demorar tanto para vir te ver.
— Mãe, eu pensei que você não me queria mais, fiquei te esperando na ilha por muitos anos.
A cada ano, quando as cerejeiras floresciam, ele ia para a ilha, mas ele esperava do florescer ao murchar das cerejas,