Alana não disse nada. Ela apoiou o queixo com a mão direita e olhou para Iva com um ar de preguiça. De vez em quando, levantava os olhos, tal qual um gato persa preguiçoso, exalando uma elegância natural e um desinteresse despreocupado.
Iva observou atentamente a expressão de Alana. Ao perceber aquele jeito tão indiferente, ela não conseguiu conter a raiva e apertou os punhos com força.
“Certo, Alana. Sua desgraçada. Fique aí se achando agora. Daqui a pouco, eu quero ver você sem palavras. Quero