Depois de tanto tempo, o medo que Sófia sentia de Nelson já havia se enraizado profundamente em seu coração. Cada dia que ele não aparecia era um dia em que ela podia relaxar. Isso, para ela, já era algo bom. Muito bom.
Sófia murmurava para si mesma enquanto olhava para a comida sobre a mesa. Ela deu alguns passos em direção a ela, mas o som da corrente em seu tornozelo ecoava pelo quarto, "clang, clang", a cada movimento.
Sófia imediatamente fechou os punhos com força. Aquele som, aquelas corre