— Funcionária qualquer? — Alana soltou uma leve risada, o olhar carregado de desdém. — Sr. Diego, será que o senhor tem algum problema de compreensão com a palavra "qualquer"? Eu, mesmo sendo apenas uma garçonete, ainda sou cem vezes melhor do que certos parasitas que só sabem viver à sombra da família e acabar com o patrimônio herdado.
O rosto de Diego ficou pálido de raiva. Ele apontou para Alana, o dedo trêmulo:
— Você... você... insolente!
Desde pequeno, ele nunca havia sido tão humilhado.
—