Nos três dias subsequentes, obedeci meticulosamente às instruções culinárias que Edson havia deixado refrigeradas, consumindo as refeições pré-preparadas. Os alimentos eram sem graça nenhuma.
A ausência de Edson me consumia em agonia, mas nem ideia do que ele estava aprontando.
Meu celular permanecia imune a qualquer sinal de comunicação. Na realidade, restavam apenas contato familiar, aquele número memorizado por repetição compulsória, que eu agora repelia com um gesto mecânico de rejeição.
Até