Dulce Maite — Sevilha, Espanha
Ando pelas ruas asfaltadas meio sem rumo, abraçando o próprio corpo contra o ar frio da manhã. Sem celular no bolso e sem um centavo de dinheiro, eu sabia que seria quase impossível conseguir voltar para casa por conta própria. Olho por cima do ombro a cada dez passos, mas Zian já não estava mais atrás de mim. Acho que ele finalmente desistiu de me perseguir na rua...
Tomara, penso, soltando um suspiro trêmulo de alívio.
Com as pernas fraquejando pelo cansaço físi