Suas palavras cortaram o ar, fazendo-me quase sufocar com elas. Seus olhos estavam estreitos, como se eu o estivesse julgando, e ter deixado Marius para a morte tivesse sido um ato heroico, ao invés de covarde.
— Eu estava quase o salvando...e você me impediu. Você, Lucian, me impediu. Como consegue se olhar no espelho, como consegue ir ao funeral de Marius e do meu bebê... — rosnei e minha voz carregava toda a dor que eu sentia, enquanto minhas mãos tremiam, o meu coração batia descontrolado.