Luiza recusou:
— Não é necessário. Estava muito dolorido antes, mas agora já passou.
Em seguida, ela se apoiou nele e, com um tom suave, continuou:
— Se você me ajudar a soprar, não vai doer mais.
Miguel não pôde evitar sorrir e realmente se inclinou para soprar suavemente sobre seus olhos.
— Está melhor agora?
O vento fresco parecia realmente aliviar a dor, e Luiza fechou os olhos, dizendo:
— Sim, está melhor.
Miguel a abraçou e continuou observando as peças na vitrine.
Em algum momento, um