Miguel respirou profundamente e, a envolvendo com o cobertor, a segurou firmemente. Ele disse:
— Não se agite mais, você está doente há dois dias. Tenho medo de perder o controle e que você não aguente.
Luiza, sendo pressionada contra ele, sentiu seu rosto ficar inexplicavelmente vermelho. Com as mãos no pescoço dele, ela perguntou:
— Então você vai aceitar?
— Se você me trair, eu vou te matar na cama. — Miguel respondeu, sem entender completamente seus próprios sentimentos ou porque estava co