Talvez por ter se acostumado a se impor sobre ela desde o início, ela sempre obedecia; assim, ele se habituou a resolver problemas dessa maneira.
Mas agora, ele finalmente percebeu que ela detestava ser tratada como uma criança ou como sua propriedade.
- Deixe para lá, já passou, vamos voltar, talvez seja a nossa vez. - Luiza o chamou de volta.
Ela estava em pé diante de um prédio branco, o sol batendo em seu rosto; e nesse instante, seu rosto parecia brilhar, bela de uma maneira quase surreal.