Capítulo Seis

O barulho persistente do meu celular me desperta de um bom sono, que não tenho a dias. Tateio minha mão sobre o móvel ao lado da cama até achar o mesmo. O trago para perto do meu rosto, o brilho me cega momentaneamente mas logo vejo quem é.

—Oi, Marcy.

Falo de forma sonolenta e arrastada, deixando claro que acabei de acordar.

—Bom dia, flor do dia.

Ao contrário de mim, sua voz soa animada e bem acordada.

—Me desculpa por te acordar, só queria avisa que já cheguei a empresa.

Meu corpo fica tenso
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