O barulho persistente do meu celular me desperta de um bom sono, que não tenho a dias. Tateio minha mão sobre o móvel ao lado da cama até achar o mesmo. O trago para perto do meu rosto, o brilho me cega momentaneamente mas logo vejo quem é.
—Oi, Marcy.
Falo de forma sonolenta e arrastada, deixando claro que acabei de acordar.
—Bom dia, flor do dia.
Ao contrário de mim, sua voz soa animada e bem acordada.
—Me desculpa por te acordar, só queria avisa que já cheguei a empresa.
Meu corpo fica tenso