POV LIANNA
O fim do dia chegou com a mesma sensação de depois de uma tempestade: ar úmido, silêncio estranho, e aquela impressão de que tudo poderia desmoronar… mas não desmoronou.
As notícias correram rápido pelo corredor:
Camille estava de alta.
Eu ouvi aquelas palavras e senti, pela primeira vez em muito, muito tempo, meu diafragma abrir. Como se alguém tivesse tirado uma corrente invisível que apertava minha caixa torácica nos últimos anos.
“Ela vai embora hoje mesmo”, disse Valentina,