DOMÊNICO BANE
Dois meses longos e excruciantes haviam se passado desde a minha viagem para o Colorado. Naquele dia, debaixo da neve de Vail, eu fiz uma promessa a mim mesmo: eu a deixaria ir. Se ela queria aquela vida perfeitamente desenhada, eu não seria o vilão a arrastá-la para onde não quer estar.
Eu respeitei a decisão dela e mergulhei no trabalho de forma ininterrupta. A Bane Fashion fechou contratos bilionários e dominou o mercado. Eu não vivia, apenas trabalhava.
Mas, assim que a por