ARES BECKETT
Assim que Valentina entrou no carro e fechou a porta, eu me juntei ao fluxo do trânsito de Nova York. Estava sendo um domingo atarefado, mas tudo estava correndo conforme o meu cronograma meticuloso. Pelo menos, até a amiga da minha esposa começar a olhar histericamente para o retrovisor lateral.
— Ares... — Valentina chamou, a voz esganiçada e assustada. — Tem um táxi amarelo seguindo a gente desde que saímos da rua do meu prédio. Ele não descola.
Olhei pelo retrovisor interno.