Oxford recebeu Helena de volta como sempre recebia — com aquela indiferença tranquila de cidade que existe há séculos e que aprendeu que as histórias das pessoas passam e a cidade continua.
Mas as histórias deixam marcas. E Helena, naquela semana depois da sentença, começou a perceber as marcas que aquela história específica havia deixado nela — não as cicatrizes, que ela já conhecia bem, mas as outras marcas, as que não doem, as que ficam como lembretes de que algo importante havia acontecido