Gabrielle Goldman
Não havia nada que eu pudesse fazer. Nada que eu pudesse ter feito. E admitir aquilo para mim mesma custava mais do que eu estava disposta a suportar, porque significava aceitar uma verdade que vinha me perseguindo havia dias: eu já havia perdido. Não importava quantas vezes eu revisasse cada escolha, cada palavra dita, cada passo que me trouxe até aquela mesa. Não importava quantas possibilidades eu criasse em minha cabeça durante as madrugadas insones, tentando encontrar uma