A mansão Valmont estava silenciosa naquela noite.
Não o silêncio confortável que acompanha o descanso.
Era o silêncio de quem percebe que a história ainda não chegou ao fim.
Luna estava sentada sozinha na biblioteca, cercada por documentos espalhados sobre a mesa de madeira escura. A pasta da Fundação Sofia Valmont estava aberta diante dela, revelando páginas que ninguém havia analisado com tanta atenção em anos.
Relatórios preliminares.
Anotações feitas à mão.
Listas de hospitais.
Marcas em ca