A taça sobre a mesa parecia brilhar de forma quase maliciosa. A luz amarelada da luminária refletia no líquido transparente, criando pequenas manchas luminosas nas paredes estreitas do quarto escondido. Adrian sentiu o estômago revirar. Não era apenas uma provocação — era uma lembrança cruel, um espelho virado contra ele.
“Você bebeu para ela.
Vai beber por ela de novo?”
Ele apertou o bilhete entre os dedos, até o papel amassar.
A mão tremia.
Não era comum Adrian tremer.
Naquela mesma taça —