Liam estava sentado na cama de seu quarto, o notebook apoiado nas pernas, os dedos digitando com rapidez.
Sobre o criado-mudo, o celular de Olívia começou a tocar.
Ele lançou apenas um olhar de lado para o aparelho. Bastou ver o nome na tela para que seus ombros enrijecessem de forma quase imperceptível, como um predador que reconhece a presença de uma ameaça.
André.
Liam estendeu a mão devagar, os dedos longos envolvendo o celular com firmeza excessiva. Por um segundo, ficou apenas encarando o