O caminho até o restaurante ficava sob a sombra suave de coqueiros altíssimos, que balançavam como se saudassem a chegada deles. O ar era quente, vivo, mas a brisa que vinha do mar acariciava a pele e tornava tudo mais leve, como se Seychelles, em sua generosidade natural, tivesse decidido recebê-los com carinho.
Liam caminhava ao lado de Olívia de mãos dadas, o polegar dele deslizando devagar sobre a pele dela, num gesto automático, possessivo e cúmplice. O som das ondas batendo ao longe se misturava ao canto dos pássaros, criando uma trilha sonora perfeita.
— Liam… olha isso… — disse ela, levando a mão livre ao peito, como se o coração tivesse saltado uma batida.
No cercado aberto, tartarugas gigantes de Aldabra caminhavam lentamente sob o sol, tão imponentes que pareciam criaturas ancestrais. Uma delas ergueu o pescoço comprido e virou a cabeça na direção deles, como se os reconhecesse, como se saudasse o casal.
Olívia deu dois passos à frente, maravilhada, aproximando-se das grade