O carro parou em frente a um dos restaurantes mais renomados de Toronto, Alo. A porta do carro se abriu, Darian ergueu a sua mão para me ajudar a sair do carro. Ele está lindo, vestido com um terno fino, e no seu rosto um belo sorriso. Segurei sua mão e, ao sair, ele me puxou pela cintura, colando meu corpo ao dele, antes de sussurrar no meu ouvido:
— Boa noite, minha vida — confesso que amei isso.
— Boa noite! O que está aprontando, hein? — perguntei.
— Já vai descobrir — ele disse, aguçand