Giulia sentiu-se seguida mais uma vez, andando por aquela rua deserta do estúdio de dança a que tanto frequentava. Ela odiava o fato de estar sempre sendo seguida. Por que aquele homem ainda insistia em saber de cada um dos seus passos, se nem mesmo importava-se o bastante para acenar de volta em um restaurante.
O veículo preto desacelerou assim que esteve ao lado dela. A porta se abriu como um prelúdio de um sequestro. Mais um...
– Srta. Rossi, por favor, entre. – O homem anunciou.
Giuli