Giulia Rossi era tão inocente quanto linda, usando aquele cabelo enorme e sexy que caia pelas costas como uma cascata. A pequena franja a deixava com ares ainda mais inocentes. Ela assemelhava-se a uma donzela do campo que nunca deveria ser tocada ou maculada. Ela deveria ser congelada e preservada tal qual parecia naquele momento da vida.
Quando a porta se abriu, ela correu em direção a ela, sentindo a euforia de vê-lo mais uma vez.
– Jesus. O que você está vestindo, mulher! – Ele brincou.
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