Luciana Moreno.
Segurar a mão de Leo diante das câmeras deveria ter parecido encenação.
Mas não pareceu.
Esse era o problema.
Na volta para a chácara, fiquei olhando nossas mãos refletidas no vidro escuro do carro como se fossem de outras pessoas.
Mesmo depois que os fotógrafos desapareceram e as luzes da cidade ficaram para trás, Leo continuou segurando minha mão.
Sem força.
Sem prisão.
Só presença.
E eu deixei.
Meu coração ainda batia estranho por causa da conversa no restaurante.
Pela fo