FRED
Ele colocou a bandeja com o café da manhã de Virgínia na mesinha de cabeceira e, com cuidado, sentou-se na cama de frente para a mulher.
Ela tinha feito a higiene matinal e agora estava deitada, com os braços cruzados, os olhos perdidos na janela e um bico enorme na boca.
Ele a amava tanto e adorava quando a mulher fazia birra. Fred acariciou o rosto da esposa e riu baixinho quando Virgínia grunhiu, ela sempre era adorável, mas também sabia ser selvagem.
- Bom dia, querida. – arriscou, mes