O silêncio no carro já durava alguns minutos e era respeitado por Giovanni paciente e centrado na direção, enquanto Dalila arrancava o esmalte das unhas por pura ansiedade. Foi interrompido abruptamente pelo som de Big Girls Don’t Cry do telefone da morena.
— Por favor, diga coisas boas. — Implorou ela com a voz trêmula ao atender.
— Sua bisavó está segura, Gabes ta arrumando um jeito de continuarmos de olho nela sem alarmar os humanos da casa de repouso. — Jenny soltou de uma vez e Dalila pare