ARES
Vou confessar uma coisa: perder os movimentos de uma perna, mesmo temporariamente, foi muito pior do que imaginei. Ficar impossibilitado de andar transformou minha rotina em um verdadeiro inferno. Eu não conseguia resolver nada sozinho, dependia dos outros para tudo e passava os dias observando a vida seguir em frente enquanto permanecia preso dentro de casa. Para completar, passei semanas sem poder aproveitar minha mulher da forma que queria. Aquilo era uma tortura diferente de qualquer f