Ares
Giovani continuava em estado grave desde o atentado. Já tinham se passado quase doze horas sem melhora real. Ele estabilizava, depois piorava outra vez, entrando e saindo daquela linha invisível entre viver e morrer enquanto todos nós enlouquecíamos esperando qualquer notícia. Eram quase cinco da manhã quando finalmente tiraram meu irmão da emergência, e aquele foi o primeiro momento em horas em que consegui respirar direito. Eu ainda estava completamente fora de mim, mas ver ele vivo me d