FRANCESCO
Nós estávamos convencidos de que tudo seguiria exatamente como havíamos planejado. Cada passo tinha sido pensado, cada reação deles antecipada, e, ainda assim, nada aconteceu. Dois dias se passaram e não houve resposta. Nenhum movimento direto, nenhum contra-ataque, nenhum sinal claro de que estavam dispostos a reagir da forma que esperávamos. Isso não era alívio, era incômodo. O silêncio, naquele tipo de guerra, costuma ser muito mais perigoso do que qualquer confronto aberto.
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