CARMELA
Depois de ajudar a limpar Sasha e deixá-la deitada, ainda desacordada, permaneci no quarto apenas o suficiente para ter certeza de que ela não reagiria tão cedo. Não havia pressa, porque tudo estava sob controle, exatamente como planejado. Desci as escadas com calma e encontrei uma das funcionárias da casa, que me olhou com um desconforto evidente, como se ainda não conseguisse aceitar o que estava acontecendo. Ela tentou dizer alguma coisa, mencionou erro, consequência, limites que nã