EDUARDO ALMEIDA
Entro no meu quarto ainda desestruturado por inteiro e pela primeira vez sinto meu corpo vivo, quente, é como se eu estivesse reaprendendo a respirar, Safira está no meu sangue como uma droga que me faz ter reações alucinógenas e por mais que queira que fosse uma mentira, a verdade é que eu nunca a esqueci, seu cheiro, a suavidade de sua pele, o gosto de sua boceta, eu nunca esquecei essa mulher e mesmo ela sendo uma grande filha da mãe mentirosa eu continuo a querendo com deses