ASTRID
Sentia-me violada outra vez, porque sou tão fraca.
Apenas chorava, senti os braços do meu filho, chorei ainda mais, como irei defender ele se nem consigo defender a mim.
Nem sei por quanto tempo chorei, ali agachada no chão, então escutei baterem na porta.
Não queria abrir, congelada por meus medos.
Pietro abriu a porta, não levantei a minha cabeça, mas sabia que um homem poderoso estava ali, sua voz forte, quando falou que veio nós levarmos, olhei na sua direção.
Ele era alto, pele bran