Abro a porta do quarto devagar, observando a figura de Shira ainda sentada diante da janela de madeira.
— O reflexo pálido da luz da manhã entra suavemente pelo vidro e ilumina o seu rosto delicado, fazendo os seus cabelos prateados cintilarem como fios de luar puro.
— Os olhos dela continuam distantes, mergulhados em um mar denso de pensamentos, dúvidas e presságios.
— Shira, chamo, mantendo a voz firme e firmeza na postura.
Minha irmã vira o rosto devagar na minha direção, e vejo o peito de