Ela me encarava ofegante, completamente perdida entre o medo e algo que nem ela parecia entender direito.
Seus olhos ainda estavam presos nos meus, confusos, vulneráveis.
Passei a mão lentamente pelos cabelos dela, tentando acalmá-la, mas Cecília apenas me olhou daquele jeito tímido, quase implorando em silêncio para que eu parasse antes que aquilo saísse ainda mais do controle.
— Por favor…
A voz dela saiu baixa.
Frágil.
— Eu não sou como as outras.
Eu só quero um trabalho… só quero viver minh