Mundo ficciónIniciar sesiónLeônidas
Feroz, imprenso o corpo de Helga contra a parede metálica do elevador e aprofundo nosso beijo como se precisasse silenciar tudo o que existe fora daquele espaço estreito. A mão dela se fecha em meus cabelos, puxando-os com força, e a dor breve só incendeia ainda mais o que já arde em mim. Sua língua provoca a minha, invasiva, confiante, e eu a agarro pela cintura, apertando com violência contida, como se quisesse marcá-la.
Ou me lembrar de quem eu sou quando estou com ela.
As portas do elevador se abrem. Helga não hesita. Há urgência em seus gestos quando me puxa para fora, como se temesse que eu recobrasse a lucidez se permanecêssemos ali por mais um segundo. Sua boca volta a tomar a minha enquanto se livra do meu terno, e minhas mãos, quase brutais, buscam o zíper do seu vestido.
Pele. Calor. Conhecimento mútuo.
Ela sorri an







