Mundo ficciónIniciar sesiónLeônidas
Momentos depois…
Ainda estou aqui. Sentado na minha cadeira. O corpo imóvel. A minha mente em guerra. Os olhos presos à porta fechada como se, de alguma forma absurda, ela pudesse se abrir outra vez e Virna pudesse entrar aqui novamente, e arrancar de mim o que restou da minha lucidez.
… Um dia você vai amar alguém, meu filho.
… E quando isso acontecer, você será o escudo.
… Prometa que nunca usará sua força para feri-la.
Fecho os olhos com força.
Por que isso agora? Por que justamente agora essas palavras voltam para me assombrar?
Virna não é a minha mãe. Eu sei disso. Repito mentalmente como um mantra inútil. Mas a semelhança é cruel demais para ser ignorada. A fragilidade que não pede piedade. A força que não se anun







