Arthur em Alerta
O relógio marcava três da manhã, mas Arthur estava acordado havia horas. Cada som do vento, cada estalo de madeira, cada sombra que passava pelas câmeras de segurança fazia seu coração disparar.
A sensação de alerta absoluto não era apenas física, era visceral, como se o corpo inteiro reagisse a um perigo que o cérebro já havia antecipado.
Ele apertou a mandíbula, a respiração curta, os punhos cerrados enquanto observava o monitor.
— Ele ainda está lá fora. Murmurou Rafael,