Yana
O retorno à rotina da faculdade e do trabalho foi como tentar calçar um sapato que já não me servia mais. Sentada na biblioteca, sob a luz fluorescente fria que zumbia baixinho, eu olhava para as equações de macroeconomia no caderno, mas a minha mente insistia em me projetar de volta para a parede de vidro daquele quarto na Luxury. Meus pulsos ainda carregavam sombras arroxeadas, marcas discretas dos dedos de Brandon que a manga do meu casaco insistia em esconder.
Havia um contraste incômod