Ela entra no closet tateando as portas e os móveis, como se estivesse perdida em um labirinto. Não faz ideia de que a minha visão atravessa essa escuridão — não tão boa quanto na claridade, óbvio, mas suficiente para avaliar o corpo dela inteiro, e o peito subindo e descendo rápido.
A mão dela entra pela minha calça e eu tento segurar seu pulso, mas desisto quando os dedos fecham em volta de mim. O ar sai todo pela minha boca. Não consigo me segurar, pareço a porra de um animal.
E como poderia n